segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Será o Aquecimento Global a causa de tantos temporais?...


Olá pessoal...

Estamos observando grandes tempestades na região sudeste e em outras regiões do país. Todos nós sabemos que neste período do ano acontecem estes tipos de fenômenos.

Ontem a noite no Fantástico, da Rede Globo, foi mostrada uma matéria bem interessante sobre os efeitos das mudanças do clima em São Paulo. A apresentadora fez referência a diversos comentários enviados em vídeos pelos telespectadores, mostrando a preocupação com as tempestades.

Quero levantar um tema neste post, ou seja, as chuvas fora do padrão que estão causando vítimas no Brasil e em todo o mundo nos últimos tempos podem estar relacionadas às mudanças climáticas. É o que sugerem alguns cientistas e também é minha opinião. Os especialistas em clima no Brasil hesitam em dizer que as chuvas torrenciais que caíram no Nordeste este ano e as demais tempestades durante todo este ano e as que agora estamos vivenciando já sejam efeito do aquecimento global.

O melhor é que alguns cientistas estão fazendo essa associação.

Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), estas tempestades que caíram no Nordeste e na região não tiveram precedentes. No mês de junho em Caruaru, caíram 142,2 mm de chuva em um único dia. O recorde, de 1966, era de 89,2 mm. Já em Garanhuns, foi ainda mais inédito. A maior chuva da história tinha sido de 50 mm, em 1975. No mesmo dia o município foi atingindo por uma surpreendente chuva de 84,2 mm e no dia seguinte, outro recorde: 92,8 mm.

O interessante foi que neste mesmo período lá na China, na cidade de Huilai, em apenas 6 (seis) horas, os céus despejaram surpreendentes 600 mm de água. A maior tempestade em pelo menos uma década.

No começo de 2010 a capital São Paulo ficou durante 45 dias embaixo de chuva, acontecimento nunca visto na história. Mesma época o RS, SC e MG estavam sendo castigados por chuvas fortes.

Então volto a questionar: Por que isso tem a ver com o aquecimento da Terra?

Recentemente assisti uma entrevista com o diretor do departamento de análise do clima do Centro Nacional de Pesquisa Atmosférica, dos Estados Unidos, 'Kevin Trenberth'. Segundo ele, o aquecimento global faz diferença nas chuvas por que a temperatura elevada aumenta a evaporação e a umidade média do ar na Terra. Nesta época, ou seja, agora estamos com mais vapor d'água na atmosfera do que há 30 anos. Ainda segundo Trenberth, 4% a mais de vapor. "Isso dá mais força às tempestades". "É uma pena que o público não esteja associando as duas coisas. E as perspectivas são de que esses eventos fiquem maiores e piores no futuro".

Tenho levantado esta bandeira em várias postagens pois sinto a necessidade de se criar um debate mais forte sobre o tema. Se nada for feito, muitas vidas serão atingidas. Os Governos Federal, Estaduais e Municipais devem buscar políticas públicas para prevenção e também buscar um desenvolvimento sustentável para as regiões mais sensíveis.

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Japão diz "NÃO" a estender tratado de Kyoto

Negociadores japoneses expõem em Cancún os motivos pelos quais o país não quer estender o Protocolo de Kyoto. (Foto: Dennis Barbosa/G1)

Estou replicando uma matéria do site G1 com informações sobre a COP16, publicada nesta madrugada, e a falta de uma visão do futuro ou estudos sem uma base solida sobre as mudanças climáticas e suas consequência têm causado pavor na população do mundo inteiro.
Segue abaixo o texto do site G1:

O impasse sobre a renovação do Protocolo de Kyoto ganhou proporção de polêmica nesta quarta-feira (1º), no terceiro dia da Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas (COP 16), em Cancún, depois que o Japão manifestou abertamente que não vê sentido na prorrogação.

Aprovado em 1997, o Protocolo é o único instrumento legalmente vinculante (de cumprimento obrigatório), em que países desenvolvidos se comprometem a reduzir suas emissões de gases causadores de efeito estufa. Como ele expira em 2012 e não há um acordo para substituí-lo, discute-se que seja prorrogado, para que não haja um período sem acordo algum.

O Japão, no entanto, deixou claro que prefere a aprovação de um acordo mais amplo, já que o de Kyoto, em especial por não obrigar China e EUA a reduções de emissões, cobre apenas 27% do total emitido no planeta. O Acordo de Copenhague, texto não vinculante redigido na COP 15, em 2009, abrange mais de 80% das emissões, argumenta o Japão. Por isso, seria mais efetivo avançar com ele. “Faremos todo o possível para reduzir nossas emissões e fazer um único documento”, disse Hideki Minamikawa, vice-ministro para Assuntos Ambientais Globais do país.

Os EUA não ratificaram o Protocolo de Kyoto internamente e a China não tem obrigação de reduzir suas emissões porque é um país em desenvolvimento. Os dois são os maiores emissores de carbono na atmosfera.

A inconformidade japonesa com uma segunda etapa do Protocolo de Kyoto já era conhecida, mas ganhou maiores proporções pelo fato de ter sido colocada de forma incisiva logo no começo das negociações no México. (Fonte: http://g1.globo.com)

Como ambientalista e estudioso sobre as questões ambientais tenho buscado informações junto a várias entidades nacionais e internacionais sobre os impactos das mudanças climáticas no mundo. e meu medo é que o futuro não seja tão belo como nossas metas e sonhos.
Temos que fazer alguma coisa neste sentido, divulgando informações, notícias de nossas cidades e os problemas que estamos vivenciando.
Coloco o meu BLOG para divulgarem imagens e notícias locais.

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Tempo bom para alguns e o MEDO para uma grande parcela da população


Doloroso. Aterrador. Desespero. Foi assim o ano de 2010 quando lembramos das catastrofes, e uma que mais marcaram o ano foi em Alagoas e Pernambuco, ou seja, as imagens que circularam na mídia foram terríveis. Conversei recentemente com moradores atingidos nestas regiões e algo que me marcou foi o 'medo' que eles tem da noite.

Estamos chegando numa época onde pode se repetir chuvas, fortes tempestades, violentas enchentes, principalmente nas regiões sul e sudeste. Tenho observado que nada foi feito e que estas regiões ainda não estão preparadas.

É frustante saber que vidas podem ser destruidas juntamentes com seus sonhos e a esperança de dias melhores podem estar longe de acontecer.

Quero deixar um alerta e uma ponderação para esta época do ano, onde a maioria estará celebrando as festas de final de ano e de outro lado pessoas abandonadas pelo Poder Público vivendo com o MEDO da chegada de mais um temporal, uma calamidade.


terça-feira, 23 de novembro de 2010

100ª Reunião Ordinária do CONAMA - Ao Vivo

Olá pessoal...

Nesta semana, nos dias 24 e 25 /11 acontece a 100ª Reunião Ordinária do CONAMA e você poderá acompanhar toda reunião ao vivo, é só acessar o endereço eletrônico: http://video.cnrh.gov.br/.

O DCONAMA com o apoio do CNRH/MMA estarão possibilitando a todos os interessados em saber como funciona um dos maiores e melhores Conselhos Nacionais. A reunião começará as 09 horas.

sábado, 20 de novembro de 2010

Ciclo da Água = Vida

Amigos e amigas...

Conhecer o Ciclo da Água é dar um grande passo para conhecer a vida.

A água é um bem comum a todas as pessoas e indispensável a todas as formas de vida que estão dispersas ao decorrer da extensão da crosta terrestre. Assim, toda a água do nosso planeta obedece a um ciclo: o sol faz evaporar a água da superfície terrestre - oceanos, lagos, rios, piscinas e poças - formando as nuvens, que devolvem a água na forma de chuvas.

Quando a bacia hidrográfica e florestada, a água é em parte retida pela floresta e liberada vagarosamente para o ambiente. As vazões dos rios aumentam um pouco com as chuvas de verão, que são mais intensas, já no inverno, a estação mais seca, as vazões são garantidas pela água liberada lentamente pelas florestas (efeito esponja).

Quando a bacia hidrográfica é desmatada, as vazões dos rios aumentam muito no verão, podendo causar enchentes, e diminuem no inverno, quase secando alguns rios.

Quantas vezes achamos que um rio está secando, pois observamos que ficam meses conduzindo pouca água, e no verão, época das enxurradas, vemos que ele chega a transbordar.

Este efeito é muito agravado com a impermeabilização do solo, que impede a absorção da água. Ruas asfaltadas, quintais e até antigos jardins públicos são pavimentados levando toda a água que cai no solo diretamente para os rios, através dos sistemas de drenagem pluvial.


sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Evento em Fortaleza/CE debate a questão d'água. XII ENCONTRO NACIONAL DE COMITÊS DE BACIAS HIDROGRÁFICAS


Bem Amigos e Amigas...

Na próxima segunda-feira (22/11) começa em Fortaleza/CE o XII ENCONTRO NACIONAL DE COMITÊS DE BACIAS HIDROGRÁFICAS.

Desde sua criação em 1999, o Fórum Nacional de Comitês de Bacias Hidrográficas promove, sob a organização executiva de seu Colegiado Coordenador, um Encontro Nacional de Comitês de Bacias - ENCOB, sempre buscando a integração e a troca de experiências entre os seus Comitês membros, tendo como objetivo apresentar de forma cclara como é feita a gestão participativa e compartilhada entre todos os ccomponentes do Sistema de Recursos Hídricos do Brasil.

Neste ano de 2010, o Fórum terá como foco o tema "Comitês de Bacias na Gestão das Águas: A importância da Comunicação e Mobilização" e terá como parcerio com o Governo do Estado do Ceará.

OBJETIVOS

Os objetivos primordiais desta edição do ENCOB serão:

  • Possibilitar que os Comitês de Bacias Hidrogáficas identifiquem as oportunidades e desafios para a promoção da gestão integrada das águas, de forma participativa e descentralizada, de modo a apontar para a toda a sociedade a efetiva sustentabilidade dos recursos hídricos;
  • Integrar todos os organismos e segmentos que compõem e participam do Sistema Nacional de Recursos Hídricos, sejam públicos ou privados, visando possibilitar a discussão participativa e compartilhada no setor;
  • Discutir os cenários futuros no que se refere aos recursos hídricos no Brasil visando estabelecer metas e diretrizes para a efetivação das políticas públicas ligadas à água em intergace com o desenvolvimento;
  • Destacar a importância da comunicação e mobilização nos processos de gestão das águas no Brasil pelos Comitês de Bacia, fundamentalmente pelo alcance proporcionado pelos organismos de mídia na referência às experiências exitosas já identificadas;
  • Discutir amplamente os compromissos e responsabilidades dos entes do Sistema Nacional de Recursos Hídricos visando a otimização das ações de preservação da qualidade e quantidade de nossas águas e
  • Estabelecer elos entre a boa gestão dos recursos hídricos na sua recuperação e preservação a saúde das populações.
Estarei participando ativamente do evento e postando mensagens para deixar toda a turma atualizada neste grande tema que é nosso 'principal recurso: ÁGUA'.

Entre no site e conheça o evento: www.encob.org


quinta-feira, 18 de novembro de 2010

A água: o prinicpal recurso da vida terrestre

Olá pessoal...

Vamos falar nos próximos dias do PRINCIPAL RECURSO DA VIDA TERRESTRE: ÁGUA.

A constante busca pela efetiva sustentabilidade necessária ao desenvolvimento dentro do gerenciamento dos recursos hídricos constitui e formata atualmente um dos principais temas de importância estratégica dentro do cenário mundial. A luta permanente que o homem trava contra a escassez e degradação deste importante e precioso líquido chamado "água" ultrapassa fronteiras, transpõe bacias hidrográficas e aponta para a necessidade urgente de ações e atividades integradas, da elaboração conjunta de planejamento socializado e de uma implantação uniforme de normas e procedimentos.


O homem racional e globalizado de hoje busca, recuperar dezenas de anos perdidos no tempo quando "cuidar da água" era tópico deixado de lado no desenfreado planejamento desenvolvimentista.


Assim, atualmente, discute-se com grande ênfase no mundo globalizado a influência direta que os recursos híddricos exercem no desenvolvimento de uma determinada região, ou seja, a existência ou não de água assim como seu grau de qualidade é função primordial em qualquer planejamento seja de uma empresa privada ou de uma política pública, sem deixar de apontar que paralelamente a este fato, a existência de água em quantidade e qualidade é fator extremamente importante na vida das pessoas e o cuidado com este recurso natural é ponto primeiro na preservação da espécie humana.


E você já pensou na situação deste recurso natural? Será que temos que preservar ou nunca irá faltar?

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Começou o ISWA 2010 - Maior evento mundial sobre Resíduos Sólidos

Caros amigos...

A partir do dia 15 até dia 18 de novembro de 2010, a cidade de Hamburgo será a sede da ISWA World Congress e o tema será: Desenvolvimento Urbano e Sustentabilidade.

Será uma oportunidade única participar de um fórum internacional em que os diferentes aspectos do desenvolvimento sustentável no nosso mundo urbanizado serão apresentados e discutidos por especialistas nos diferentes campos de pesquisa e prática.
Em várias reuniões paralelas, os participantes terão a oportunidade de ouvir e debaterem sobre os últimos sistemas de desenvolvimento, não só na gestão dos resíduos, mas em todos os aspectos relacionados ao desenvolvimento urbano. A partir de inovações técnicas no manuseio e tratamento dos diferentes tipos de resíduos urbanos, aspectos sociais da produção de resíduos e os impactos dos diferentes aspectos dos resíduos em um desenvolvimento sustentável nas cidades.
Neste grande fórum internacional, os participantes terão a oportunidade de visitar as diversas plantas de tratamentos de resíduos (desde a triagem a instalações de produção de energia), localizados em regiões de Hamburgo.

ISWA, a Associação Internacional de Resíduos Sólidos, é uma organização sem fins lucrativos cujo propósito é promover a gestão sustentável dos resíduos internacional através de meios científicos, econômicos e sociais. A ISWA procura atingir esse objetivo mantendo uma rede internacional de divulgação de informações e o compartilhamento de experiências, bem como o desenvolvimento de cursos de formação e organização de seminários, conferências, como o Congresso anual ISWA. ISWA tem 1.100 membros em 64 países e no Brasil é representada pela ABRELPE.

Mais informações sobre a ISWA podem ser obtidas pelo site: www.iswa.org

Neste ano, o local onde acontece o fórum internacional é a cidade de Hamburgo, a segunda maior cidade da Alemanha (cerca de 1,8 milhões de habitantes).

Hamburgo, é a porta de entrada para o mundo, uma cidade bonita e ensolarada no norte do país: a cidade verde à beira-mar não é considerada uma das mais belas cidades da Alemanha.

Todos que visitaram a cidade reconhecem o seu charme e encanto marítimo. O rio Elba e Alster, zona portuária, zona do armazém (Speicherstadt), o mercado de peixe ou de Reeperbahn, ou seja, a cada dia há algo novo para descobrir, experimentar ou admirar.

Site do evento: www.iswa2010.org





sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Está valendo: comerciantes de pilhas e baterias é obrigado a receber do consumidor o produto usado


O alerta foi feito pelo IBAMA aos comerciantes de pilhas e baterias e para toda a cadeia do setor que apartir de 5/11 entrou em vigor o artigo 4º da Resolução CONAMA nº 401/2008:

Art. 4º Os estabelecimentos que comercializam os produtos mencionados no art. 1º, bem como a rede de assistÊncia técnica autorizada pelos fabricantes e importadores desses produtos, deverão receber dos usuários as pilhas e baterias usadas, respeitando o mesmo príncipio ativo, sendo facultativa a recepção de outras marcas, para repasse aos respectivos fabricantes ou importadores.
Art. 1º Esta Resolução estabelece os limites máximos de chumbo, cádmio e mercúrio e os critérios e padrões para o gerenciamento ambientalmente adequado das pilhas e baterias portáteis, das baterias chumbo-ácido, automotivas e industriais e das pilhas e baterias dos sistemas eletroquímicos níquel-cádmio e óxido de mercúrio, relacionados nos capítulos 85.06 e 85.07 da Nomeclatura Comum do Mercosul - NCM, comercializadas no território nacional.
A partir desta data a fiscalização ficará por parte dos órgãos do Sistema Nacional de Meio Ambiente - SISNAMA, ou seja, União, Estados, Distrito Federal e Municípios terão esta responsabilidade.

Cabe salientar que este Blog é uma forma de informar a comunidade em geral e os Municípios, assim sendo, a Gestão Ambiental Municipal deve estar estruturada para melhor atuar nestas questões, pois os impactos são diretamente observados e sentidos dentro dos municípios.

Os fabricantes e importadores têm a obrigação de promover a destinação ambientalmente adequada deste tipo de resíduo conforme Art. 4º; ficando sujeitos às sanções legais caso se recusem a receber do comércio o repasse das pilhas e baterias usadas.

A Política Nacional de Resíduos Sólidos instituida pela recente Lei 12.305/2010, obriga a Logística Reversa para todos os tipos de pilhas e baterias, conforme seu Art. 33. Com esta informação os Gestores Municipais devem largar na frente e criar espaços, elaborando seu Plano Municipal de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos e criando diretrizes para a Logística Reversa em seu território.

Cabe ressaltar que o sucesso deste processo se dará com a participação da comunidade, cobrando empenho da administração pública na fiscalização e dos comerciantes, pois as pilhas e baterias não devem ser descartadas no lixo doméstico devido à sua possibilidade de contaminarem o meio ambiente. A melhor e mais sábia decisão é a destinação para reciclagem, pois além de evitar a contaminação, promoverá o uso racional dos recursos naturais, um dos objetivos do milênio de acordo com a ONU.


quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Está chegando a COP 16. Te liga nessa!!!



O México vai receber as próximas negociações ministeriais no âmbito da ONU (Organizações das Nações Unidas), entre 29 de novembro e 10 de dezembro de 2010, para incrementar o Acordo de Copenhague, que busca limitar o aumento das temperaturas a não mais que 2°C em relação às registradas nos tempos pré-industriais.

Um país no meio do caminho entre os ricos e os pobres, pode ajudar as negociações que quase fracassaram em meio a alegações de Sudão e Venezuela de que a anfitriã Dinamarca estava inclinada em favor dos interesses dos ricos. De acordo com o chefe da iniciativa climática global do grupo ambiental WWF, Kim Carstensen, o México "pode ser muito melhor para preencher essa díficil tarefa de construir pontes".