





No oceano pacífico há uma enorme camada flutuante de plástico, que já é considerada a maior concentração de lixo do mundo, com cerca de 1000 km de extensão, vai da costa da Califórnia, atravessa o Havaí e chega a meio caminho do Japão e atinge uma profundidade de mais ou menos 10 metros . Acredita-se que haja neste vórtex de lixo cerca de 100 milhões de toneladas de plásticos de todos os tipos.Pedaços de redes, garrafas, tampas, bolas , bonecas, patos de borracha, tênis, isqueiros, sacolas plásticas, caiaques, malas e todo exemplar possível de ser feito com plástico. Segundo seus descobridores, a mancha de lixo, ou sopa plástica tem quase duas vezes o tamanho dos Estados Unidos.
O oceanógrafo Curtis Ebbesmeyer, que pesquisa esta mancha há 15 anos compara este vórtex a uma entidade viva, um grande animal se movimentando livremente pelo pacifico. E quando passa perto do continente, você tem praias cobertas de lixo plástico de ponta a ponta.
A bolha plástica atualmente está em duas grandes áreas ligadas por uma parte estreita. Referem-se a elas como bolha oriental e bolha ocidental. Um marinheiro que navegou pela área no final dos anos 90 disse que ficou atordoado com a visão do oceano de lixo plástico a sua frente. ‘Como foi possível fazermos isso?’ - ‘Naveguei por mais de uma semana sobre todo esse lixo’.Pesquisadores alertam para o fato de que toda peça plástica que foi manufaturada desde que descobrimos este material, e que não foram recicladas, ainda estão em algum lugar. E ainda há o problema das partículas decompostas deste plástico. Segundo dados de Curtis Ebbesmeyer, em algumas áreas do oceano pacifico podem se encontrar uma concentração de polímeros de até seis vezes mais do que o fitoplâncton, base da cadeia alimentar marinha.
Todas a peças plásticas à direita foram tiradas do estômago desta ave
Segundo PNUMA, o programa das nações unidas para o meio ambiente, este plástico é responsável pela morte de mais de um milhão de aves marinha todos os anos. Sem contar toda a outra fauna que vive nesta área, como tartarugas marinhas, tubarões, e centenas de espécies de peixes.

"Não pretendemos que as coisas mudem se sempre fazemos o mesmo. A crise é a melhor benção que pode ocorrer com as pessoas e países, porque a crise traz progressos. A criatividade nasce da angústia, como o dia nasce da noite escura. É na crise que nascem as invenções, os descobrimentos e as grandes estratégias. Quem supera a crise, supera a si mesmo sem ficar "superado". Quem atribuí à crise seus fracassos e penúrias, violenta seu próprio talento e respeita mais aos problemas do que às soluções. A verdadeira crise é a crise da incompetência. O inconveniente das pessoas e dos países é a esperança de encontrar as saídas e soluções fáceis. Sem crise não há desafios, sem desafios, a vida é uma rotina, uma lenta agonia. Sem crise não há mérito. É na crise que se aflora o melhor de cada um. Falar de crise é promovê-la, e calar-se sobre ela é exaltar o conformismo. Em vez disso, trabalhemos duro. Acabemos de uma vez com a única crise ameaçadora, que é a tragédia de não querer lutar para superá-la"


tra coisa, é olhar a beleza de um Deus amoroso, é tão doce quanto morrer dentro dele, como dizia Caymmi. Mas acredito que o Mar e as ondas (as mais belas dançarinas naturais), não foram feitas para morrer, mas para pensar e refletir. Só que, precisa parar, olhar de frente, ouvir as ondas... tomar o primeiro gole e escrever, o Mar foi feito para sonhar e escrever; enxergar a grandeza de Deus, e dizer: "é doce olhar o Mar... principalmente na praia...".
O CEMPRE – Compromisso Empresarial para a Reciclagem – inaugura no dia 9 de junho a exposição “Reciclagem – ontem, hoje e sempre” em Brasília, na Câmara dos Deputados. A mostra acontecerá durante toda a semana do Meio Ambiente, de 9 a 16/6, reunindo 30 painéis de fotos ilustrando os principais processos e agentes da reciclagem, desde seu início no Brasil até hoje.
Apesar de cada vez mais preocupado com a questão ambiental, podemos ver que a população ainda não é capaz de relacionar, entre si, os vários temas ligados aos impactos da ação humana sobre o meio ambiente, mantendo certa distância em relação às alterações ambientais já em curso, como aquecimento global, disposição dos resíduos sólidos e a escassez da água potável.
Diante desse quadro, todos os lados dessa história reclamam: o Planeta que pede mais atenção e cuidados com ele; os professores que só ensinam superficialmente; os estudantes que desconhecem o assunto; a população que reclama do descaso (esquecendo-se de que ela também é culpada); o Governo que pouco ou nada faz para melhorar esse entendimento e, consequentemente, melhorar o futuro do Planeta.
Eventos no país marcaram a semana do meio ambiente e no dia 5 de junho comemoraremos o “Dia Mundial do Meio Ambiente”, vimos tantas ações verdes tomando conta de nossas atividades. Mas sem o coração AZUL, não há o VERDE.
, é o ‘Dia Mundial dos Oceanos’. A proximidade da data com o dia do meio ambiente não deve ser coincidência, mas o fato é que, cansados de tanta discussão sobre o meio ambiente, a gente termina deixando de lado o dia 08 – e com isso, perdemos uma grande chance de ter mais pessoas conversando sobre o mar.
ostrar o quão precioso para as nossas próprias experiências de vida o mar é: convido a todos para celebrarem o dia 08/junho de uma forma bem diferente. Podem até chamarem de ‘momentos de viagem coletiva’; mas prefiro chamar de “um oceano de histórias”.
seguinte: vale tudo, desde um passeio de barco que você curtiu até a primeira vez que viu o mar, um mergulho nas águas do Cassino, uma história de pescador envolvendo o mar. De uma ação para proteger uma espécie em que você tomou parte a um domingo na praia que foi inesquecível para você (aproveite o dia dos namorados). Porque acho que tão importante quanto denunciar/reclamar/choramingar pelos problemas que vemos hoje nos oceanos, é mostrar o quanto ele está perto das nossas experiências pessoais, lembrarmos do quanto ele também faz parte da nossa história de vida. Afinal, a gente cuida melhor daquilo com que nos ‘conectamos’ de alguma forma, não é mesmo? É um exercício quase terapêutico. 
